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Por superstição ou coincidência do destino — julgar cabe a vocês — nesta sexta-feira 13, dia do azar, dos amaldiçoados e dos fãs do terror, eis que ganha vida III – A Hora Morta, a primeira antologia da Luva Editora, em parceria com o organizador Fernando Bins (autor do livro Os Olhos do Condenado). As surpresas não param por aqui: os astros César Bravo (Ultra Carnem) e Rô Mierling (Diário de uma Escrava) também irão compor a equipe, respectivamente, como escritor convidado e prefaciador.

Chamada de Hora Morta, ou ainda Hora do Diabo, as 3h da manhã é famosa por ser um momento em que demônios e maldições ficam mais fortes. Não faltam relatos de pessoas atormentadas por pesadelos ou alegando que se veem presas em algum encanto maligno precisamente às 3h da madrugada. Segundo o cristianismo, isso acontece porque Cristo morreu às 3h da tarde, e a hora se tornou simbolicamente relacionada a Jesus. Então, seria a hora oposta, ou seja, a hora maligna, morta, do Diabo.

Ninguém sabe ao certo a origem das maldições ligadas às 3h; tampouco se tem o conhecimento de como nasce uma. Desde um homem que, ao tirar a própria vida, amaldiçoa aquela que não correspondeu ao seu amor e, junto com ela, todas as filhas de sua geração. Ou um casa que, outrora, fora palco de uma chacina e ainda hoje enlouquece todo aquele que nela se arrisca a morar. Até o revólver que pertenceu ao maior e mais frio assassino da história brasileira e que, depois de sua morte, passou a roubar a alma de todo o que o utilizar. Não faltam histórias – dentre tantas diferentes crenças e versões – para relatar uma maldição que assombra algo, ou alguém, ou algum lugar.

Nessa antologia, a Luva Editora lhe convida a contar a sua história de maldição, ou uma que assombre a sua cidade. Utilize, de forma sutil ou determinante, a Hora Morta em meio ao seu conto. Pode trazer fragmentos da história da construção do município; pode criar o enredo de uma família que rondava as ruas madrugais das periferias; pode até mesmo utilizar de algum objeto típico de sua cidade para elaborar uma maldição. Seja criativo! Contando que a maldição seja inédita, a Hora Morta seja citada e o cenário seja sua própria cidade, tudo mais é permitido!

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Se você gosta ou tem vontade de participar desta antologia, essa é a sua oportunidade. Envie para nossa avaliação um conto com, no máximo, 10 MIL CARACTERES (COM ESPAÇO) que aborde o tema  HORA MORTA/ LENDAS URBANAS. Nossa equipe curadora analisará seu texto e, caso aprovado, será publicado na antologia III – Volume I, que:

Será desenvolvida com alto padrão editorial e gráfico. A impressão será no formato 14×21 com aproximadamente 200 páginas. Capa Supremo 250g – 4×0 cores com laminação brilho; Duas orelhas de 7 cm cada; Miolo: Pólen Soft 80g ou superior em P&B.

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